Por falar no comércio exterior, as importações de móveis recuaram 2,9% em outubro, totalizando R$ 30,6 milhões, mas voltaram a crescer em novembro, com alta de 7,1%, alcançando R$ 32,8 milhões.
Já as exportações de móveis avançaram 2,1% em outubro, somando US$ 68,0 milhões no mês, mas caíram 8,3% em novembro, quando totalizaram US$ 62,3 milhões. Ainda assim, o setor acumula crescimento de 1,5% entre janeiro e novembro de 2025 frente a igual período de 2024 (menor que os +2,1% acumulados até outubro); e de 2,6% em 12 meses.
Mesmo com leve avanço, contudo, o desempenho permanece aquém das expectativas iniciais para o ano, influenciado principalmente pela retração das vendas aos Estados Unidos após o tarifaço. A participação do país nas exportações brasileiras de móveis caiu de 29,5% para 24,3% na comparação entre janeiro e novembro de 2024 com igual período em 2025.
Em contrapartida, mercados regionais como Uruguai, Chile e Argentina ampliaram sua relevância, indicando um processo de diversificação de destinos. Mas ainda insuficiente para compensar integralmente a perda no principal mercado importador.