
São cerca de R$ 1,7 trilhão perdidos com burocracia, infraestrutura precária, sistema tributário complexo e gargalos que afetam tanto empresas quanto consumidores, segundo dados do Observatório Custo Brasil (OCB), elaborado pelo Movimento Brasil Competitivo (MBC) em parceria com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
De acordo com levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), 70% dos empresários afirmam que a carga tributária é o principal problema. Outros 62% citam a falta de mão de obra qualificada, e 27% mencionam os juros altos como barreiras à competitividade.
Um problema que atinge toda a sociedade
Embora o termo “Custo Brasil” soe técnico, seus efeitos são sentidos no dia a dia. Cada etapa perdida em processos burocráticos, cada atraso logístico e cada imposto sobre imposto acabam aumentando o preço dos produtos e reduzindo a capacidade de investimento das empresas.
O resultado é menos emprego, menor produtividade e crescimento abaixo do potencial nacional. A questão não é apenas industrial, ela impacta a renda das famílias, o poder de consumo e a competitividade de toda a economia.
Caminhos para um Brasil mais competitivo
Reduzir o Custo Brasil significa criar condições para investir, inovar e crescer. Para isso, a CNI atua como articuladora entre o setor produtivo e o governo, propondo reformas estruturais que aumentem a eficiência do Estado e reduzam o peso sobre quem produz.
As prioridades incluem simplificação tributária, melhoria da infraestrutura, formação profissional e um ambiente de negócios mais previsível. A entidade também defende políticas públicas voltadas à produtividade e a redução sustentável dos juros, consideradas essenciais para fortalecer a indústria e estimular o investimento privado.
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