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03 abr

INDUSTRIA BRASILEIRA CONTRIBUI COM A LUTA CONTRA O COVID-19

Empresas de diversos segmentos, incluindo o moveleiro, iniciam a produção de máscaras cirúrgicas e álcool em gel



Empresas de diversos segmentos, incluindo o moveleiro, iniciam a produção de máscaras cirúrgicas e álcool em gel.



Diante da pandemia de Covid-19, que atinge o mundo, muitas empresas têm cedido os seus equipamentos e funcionários para contribuir com a produção de materiais necessários para vencer a doença, como máscaras cirúrgicas e álcool em gel.



A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas (Abimaq) estão se articulando junto às empresas, com o objetivo de incentivá-las a ajudar o país neste momento.



A Abimaq pretende mobilizar a indústria de componentes de respiradores mecânicos a organizarem uma linha de produção que possa produzir até dois mil equipamentos por mês, atendendo, assim, a nova demanda por esses equipamentos.



 



Doações milionárias



Grandes marcas que atuam nos mais diversos segmentos estão realizando doações ao Sistema Único de Saúde (SUS). A Magazine Luiza anunciou a doação de R$ 10 milhões ao SUS.  O mesmo valor foi doado pelo grupo que controla as marcas MRV, Banco Inter e LOG GP ao sistema de saúde de Minas Gerais.



As Lojas Renner doaram R$ 4,1 milhões aos hospitais públicos de Santa Catarina, São Paulo e Rio Grande do Sul. O Itaú Unibanco vai doar R$ 150 milhões, por meio da Fundação Itaú Social e do Instituto Unibanco, para infraestrutura hospitalar, compra de equipamentos, cestas de alimentação e kits de higiene a serem distribuídos para comunidades carentes.



 



Setor moveleiro



Empresas do setor de móveis também estão se mobilizando para ajudar o país. A Anjos Colchões e Sofás doou kits preventivos, contendo máscaras, luvas, aventais e toucas para os profissionais de saúde da cidade de Capitão Leônidas Marques, no interior do Paraná.



“O momento que estamos vivendo exige de nós colaboração e uma visão mais empática sobre o próximo. Nosso compromisso sempre foi atuar de maneira propositiva no meio que estamos e agora, diante da pandemia, identificamos como nosso papel doar o que tínhamos, que era a matéria-prima, mão de obra qualificada, estrutura para fabricação e nosso sentimento de apreço pelo próximo”, afirmou Leonardo dos Anjos, diretor de franquias da rede



A F.A. Maringá, empresa que atua no mercado de colchões, adaptou suas máquinas para que elas produzam máscaras que atendam às determinações de segurança da Anvisa. Já a catarinense Anjo Tintas produzirá álcool em gel para ser distribuído nos hospitais de Santa Catarina. “As ações reforçam a preocupação e o compromisso da Anjo em ajudar a população a superar essa doença e a se proteger“, disse Filipe Colombo, CEO da Anjo Tintas.



A catarinense Artefama Móveis produziu em seus laboratórios 200 litros de álcool em gel. O produto foi doado ao Hospital Sagrada Família. A Century Estofados, sediada em Sarandi (PR), também interrompeu a sua produção para confeccionar toucas, aventais e lençóis para abastecer gratuitamente os hospitais públicos e universitários da região de Maringá.



O Grupo Herval, também solidário ao momento, está fabricando máscaras bactericidas produzidas com TNT especial, dentro das regras do Ministério da Saúde, além de aventais para serem distribuídos gratuitamente para os profissionais da saúde envolvidos no atendimento das pessoas da região de Dois Irmãos (RS). O trabalho está sendo realizado por uma equipe de 30 colaboradores voluntários.



O Sindicato Intermunicipal das Indústrias do Mobiliário de Ubá (Intersind) está realizando uma campanha para arrecadar recursos para a compra de respiradores para os hospitais São Vicente e Santa Isabel, situados na cidade de Ubá.



Áureo Barbosa, presidente do Intersind falou sobre a ação: “A decisão de criar a campanha se baseia em ação social e de medida preventiva e tem sido muito bem apoiada pelos nossos associados”.  Isabel Vieira, presidente da Associação Comercial e Industrial de Ubá (Aciubá) conta que as duas entidades tiveram a mesma ideia e, por isso, decidiram se unir: “O momento que estamos vivendo é trágico e promover a corrente do bem em nosso dia a dia é importante. Tivemos a mesma ideia ao mesmo tempo. Foi muito natural a nossa adesão”, explica.



Ela falou das dificuldades que a campanha tem encontrado: A participação de vários empresários e pessoas comuns está sendo positiva, mas, neste momento, a dificuldade maior é encomendar os equipamentos necessários. Hoje está escasso e existe fila para de espera para a compra”, revela.



 



Fonte: Emobile


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