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02 mar

Conjuntura da indústria de móveis no Brasil: Consolidado final 2020

A “Conjuntura de Móveis”, relatório idealizado pela ABIMÓVEL - Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário em parceria com o IEMI - Inteligência de Mercado, está de visual novo. Agora, com um layout ainda mais intuitivo e moderno, facilitando a leitura e a interpretação dos principais dados relacionados à indústria e ao varejo moveleiro no Brasil. 



O estudo traz mensalmente os percentuais de evolução da produção física, pessoal ocupado, média salarial, produtividade do setor, importações e exportações, vendas do varejo de móveis, além de inflação e aquisição de máquinas. Tudo conforme as últimas informações disponíveis em diferentes fontes de consulta. Confira a seguir um panorama geral da última edição, com dados atualizados de dezembro de 2020 e janeiro de 2021.



 



Indústria moveleira em 2020



A produção de móveis em volume atingiu 38,3 milhões de peças no último mês de dezembro. Número que representa uma queda de 13,7% na comparação com novembro. Declínio justificado, entre outros fatores, pela escassez e alta no preço de matérias-primas, além da típica baixa na demanda produtiva nos últimos meses do ano. Ainda assim, o número de pedidos mostrou-se satisfatório para o período, demonstrando que o setor ainda tem muito para crescer em 2021.







Com isso, a indústria moveleira fechou 2020 com queda de 3,9% em relação a 2019. Uma recuperação surpreendente ao relembrarmos o panorama entre os meses de março e maio do ano passado. Salientando que só em abril, a queda foi de 63,8% na comparação com igual mês em 2019. O consolidado do ano, então, reforça mais uma vez a resiliência e a força da indústria moveleira nacional, que se destacou positivamente em meio à crise global. 



A fim de comparação, a produção da indústria de transformação no geral teve queda de 9,5% também no comparativo novembro-dezembro de 2020. O que representou recuo de 4,6% frente a igual período em 2019.



 



Consumo aparente, comércio exterior e investimentos



O consumo aparente de móveis e colchões no Brasil foi de 37,6 milhões de peças em dezembro de 2020. Número que simboliza recuo tanto em relação ao mês anterior (-14,9%) quanto em comparação ao acumulado do ano (-4,4%). A participação de produtos importados sobre o consumo interno nacional, por sua vez, foi de 3,2% no último mês do ano passado. 



Por falar no comércio externo, em dezembro de 2020, as exportações de móveis e colchões atingiram US$ 73,1 milhões. O que representa avanço de 8,2% frente ao resultado de novembro. Já em janeiro de 2021, essas exportações recuaram 33,8%, resultando no montante de US$ 48,3 milhões, comparado com o mês anterior. Mais uma vez sendo necessário ressaltarmos aqui o comportamento habitual do período, que pode influenciar positiva ou negativamente a cada uma das atividades elencadas no relatório. Além disso, questões cambiais e restrições de mobilidade continuam influenciando as exportações e importações em todos os setores. 



Em relação às importações, aliás, o Brasil importou cerca de US$ 22,5 milhões em móveis, colchões e componentes para móveis em dezembro de 2020. Resultado que representa um recuo de 20,2% na comparação com o mês anterior. Em janeiro deste ano, porém, as importações avançaram 1,7% na comparação com dezembro, atingindo o montante de US$ 22,9 milhões. Indicando, assim, uma possível leve recuperação da produção e do número de pedidos já no início de 2021.



Ainda nesse sentido, em critério de investimentos para evolução da produtividade, as importações de máquinas para fabricação de móveis apresentaram recuo de 20,9% em janeiro de 2021, em relação a janeiro de 2020. No entanto, destacam-se dois segmentos que apresentaram avanço expressivo nesse período, são eles: Máquinas e ferramentas para madeira, com evolução de 285,1%; e também a categoria “outras máquinas”, com salto de 64,5% no mesmo período. Questões que validam a perspectiva de crescimento no setor, especialmente entre móveis de madeira. 







Vale ressaltar que a intenção de investimento da indústria no geral bateu 58,3 pontos em fevereiro de 2021, segundo o Termômetro da Indústria, ferramenta da CNI - Confederação Nacional das Indústrias. A critério de comparação, a intenção de investimento do industrial em abril do ano passado, ápice das medidas restritivas de isolamento social, era de 36,7 pontos, considerada muito baixa. 







 



Inflação do mobiliário



Num período em que muito se fala nas mudanças promovidas pela pandemia na economia global e doméstica, no comércio exterior e na própria dinâmica produtiva, os dados da inflação sobre os móveis no Brasil traz uma surpresa. Segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, os preços nacionais de mobiliário apresentaram alta de 1,48% em janeiro de 2021, frente ao mês anterior. Entretanto, quando comparado com janeiro de 2020, pré-pandemia, o índice acumulou baixa de 1,39%.







ACESSE O RELATÓRIO COMPLETO: CONJUNTURA DE MÓVEIS - FEVEREIRO/2021



 



Em breve traremos uma análise detalhada sobre a situação do emprego na indústria no consolidado de 2020. Enquanto isso, tenha acesso aos dados completos baixando o relatório “Conjuntura de Móveis - Fevereiro/2021” na íntegra no site da ABIMÓVEL.



 



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